Serve este local para tornar visivel o pensamento do último dos vagabundos que conheço: EU! Aqui ficarão registados os meus pensamentos, crónicas, poemas, piadas, quadros, enfim, toda a parafernália que a imaginação e a veia me for dando.

10
Mai 09

Ribeira no Porto

"O VELEIRO"

Nos momentos futuros,
No tempo presente,
O mundo global
Não tem de ser igual,
Apenas coerente...

A hospitalidade desembarca
Numa costa sem combate,
Ausente de neblina,
Plena de luz...

A tradição não é menos complexa
Que brilho do Sol,
Por entre a bruma que se esquiva
A cada passo nosso...

O respeito
É um ser sem aventura,
Num qualquer sistema lendário,
Em que o confronto é letra morta...

Espontaneamente,
Alguém conta a alguém
O que alguém pensa de alguém
Sem que ninguém fique a saber mais...

Actos, atitudes e conceitos...
Partes do todo imenso que nos explica,
Caminhos que fazem história
Na Odisseia do que somos!...

Caem as Torres
Aos pares em Nova Iorque
E uma nova guerra
Nasce das cinzas...
Nasce e berra,
Qual recém-nascido
Que em plenos pulmões
Faz por ser ouvido...

E em Kioto o mundo
Toma consciência,
Que o velho planeta
Está a mudar...
Juram combater
O efeito de estufa
Mas nem todos o irão jurar...

G8, G3, já basta,
Que a Terra cansada
Pede descanso,
Queremos viver sem CO2,
Efeitos de Estufa,
Antes, depois...
Queremos ambiente, queremos a Terra
Que é nossa, que é tua,
E a queremos sem guerra e sem poluição...
Queremos ter voz, poder dizer não!

Mas por ódio e vício de guerra escusada
Um americano asnóico
Manda invadir um povo esfomeado,
Que a destruição maciça veste burca,
Veste nada...

Estupidamente,
Que outro nome não há,
A tropa avança sem prova provada
Que não a da propaganda alienada...

Dá-se a chacina,
Num dos berços da Civilização Ocidental,
Porque o asno não reconhece Alá
Nem sabe das mil e uma noites de Bagdad!...

Passam os meses... morrem os dias...
Saltam linhas-férreas, na vizinha Espanha,
E ao som das bombas, de um Terror sem nome,
Um tal de Bin Laden mutila milhares...

Onze de Março... Onze de Setembro...
Que guerra é Santa e os povos migalhas...
Que as Torres são Gémeas
Como as linhas-férreas...

O direito à diferença,
De crença e de ser,
Terá que existir no novo Ocidente...
Mas se, por acaso,
Tal não aparecer
O sangue será de novo inocente...

A tradição não é menos complexa
Que brilho do Sol,
Por entre a bruma que se esquiva
A cada passo nosso...

O respeito
É um ser sem aventura,
Num qualquer sistema lendário,
Em que o confronto é letra morta...

A Humanidade
Não é um conjunto homogéneo...
Somos todos nós!
Diferentes, iguais,
Seres naturais com burca provada
Ou véu pelo rosto,
Cara destapada ou nu descomposto!

Onze de Março... Onze de Setembro...
Que guerra é Santa e os povos migalhas...
Que as Torres são Gémeas
Como as linhas-férreas...

G8, G3, já basta,
Que a Terra cansada
Pede descanso,
Queremos viver sem CO2,
Efeitos de Estufa,
Antes, depois...
Queremos ambiente, queremos a Terra
Que é nossa, que é tua,
E a queremos sem guerra e sem poluição...
Queremos ter voz, poder dizer não!

Nos momentos futuros,
No tempo presente,
O mundo global
Não tem de ser igual,
Apenas coerente...

A solidariedade embarca
Numa costa sem combate,
Ausente de neblina,
Plena de luz,
Num veleiro verde
Com bandeira branca...

Haragano, O Etéreo in Século XXI

Vitimas

publicado por Gil Saraiva às 01:27
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