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Desabafos de um Vagabundo

Serve este local para tornar visivel o pensamento do último dos vagabundos que conheço: EU! Aqui ficarão registados os meus pensamentos, crónicas, poemas, piadas, quadros, enfim, toda a parafernália que a imaginação e a veia me for dando.

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Beijo Épico

114 - épico.jpg

115. Beijo Épico, dado na força e na garra da glória de conquistar por fim a derme acetinada da dama desejada. Felizes lábios se abrindo em gozo último por alcançarem o triunfo na plenitude desse ser para quem se tinham reservado. Canta-se, na emoção do instante, músicas de vitória ou de conquista que depois, perante a sonhada criatura, perdem significado ou importância, uma vez que do outro lado a entrega é plena, desejada e até apetecida. Afinal só ela sabe como ansiou uma eternidade para poder sentir tal sensação. Beijo épico, inventado nos corredores labirínticos do amor, forjado por ambos, moldado na brasa rubra das paixões, no linimento dos sentidos, rumo ao Evereste da glória final.

Beijo Calmo

059 - calmo.jpg

59. Beijo Calmo, lenifico e sereno na troca de olhares entre quem beija e quem recebe, coopera e se deleita. Depois… bem, depois vem o toque quase que casual das mãos, um contacto que assenta no pulsar das paixões e das sensações. Uma proximidade que sente a existência dos corações por debaixo das vestes do tempo, entre a derme e a lava excitada de cada um dos corpos. Depois, ahhhhhhh, depois a troca de sorrisos como se ambos fossem rouxinóis já feitos companheiros cantando noite adentro. Por fim, no apogeu crescente deste acontecer, os lábios estão prontos para se fundirem felizes na serenidade matutina de um ameno despertar de verão, na perfeita singularidade exclusiva de um beijo, que se degusta lentamente no palato íntimo dos egos que transmutam, com talhe ímpar, sentidos em sentimentos.

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